Antigamente, era coito a Mouraria
Daquela gente condenada a revelia
O fado ameno, canção das mais portuguesas
Era o veneno p’ra lhes matar as tristezas
A Mouraria
Mãe do fado doutras eras
Que foi ninho da Severa
Que foi bairro turbulento
Perdeu agora
Todo o aspecto de galdéria
Está mais limpa, está mais séria
Mais fadista cem por cento
Adeus tipóia com pilecas e guizeiras
Adeus rambóia e cafés de camareiras.
Nada mais resta da Moirama que deu brado
Do que a funesta lembrança desse passado
A Mouraria
Que perdeu em tempos idos
A nobreza dos sentidos
E o pudor de uma virtude
Salvou ainda
Toda a graça que ela tinha
Agarrada à capelinha
Da Senhora da Saúde
Este espaço resulta de recolhas de apontamentos fadista que "apanho" na Internet, Aos seus autores os meus agradecimentos e a recomendação aos meus visitantes, que os localizem e visitem porque normalmente há nuito mais para ouvir.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Antigamente
Antigamente
Frederico de Brito / Júlio Proença *fado modesto*
Repertório de Lucília do Carmo
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Catedrais do fado
- 1-Catedrais do fado
- 1.01-Tertúlia saloia
- 1.02-Tasca do Jaime
- 1.04-Beira Rio
- 1.04-Júnior
- 1.05-Tertúlia passe por alto
- 1.06-Tertúlia do Victor
- 1.07-O Faia
- 1.08-Tasquinha de Ouro
- 1.09-Restaurante Somar
- 1.10-Mascote da Atalaia
- 1.10-Restaurante Rampinha
- 1.11-Casa do Fadista-Gondomar
- 1.12-Restaurante Central do Bairro
- 1.13-Restaurante Nini
- 1.14-Tasca do Chico
- 1.15-Café GZ-Porto
- 1.16-Grupo Sportivo Adicense
- 1.18-Rest.Guarda-Mor
- 1.19-Restaurante S.João
- 1.20-Retiro do Fado
- 1.21-clube amigos do fado
Sem comentários:
Enviar um comentário