Este espaço resulta de recolhas de apontamentos fadista que "apanho" na Internet,
Aos seus autores os meus agradecimentos e a recomendação aos meus visitantes, que os localizem e visitem porque normalmente há nuito mais para ouvir.
.Hélder Moutinho regressou aos originais, em 2013, com o álbum conceptual1987, abordando temas como a liberdade, o amor e aMouraria, local onde foi gravado. Na sua base estão poemas deJoão Monge,Pedro Campos,José Fialhoe do próprio Hélder Moutinho.
Nesta fase, Um Fado na Mouraria, o espectáculo de apresentação do álbum 1987, levou Hélder Moutinho a palcos nacionais e internacionais, com destaque às deslocações a países como Espanha, Rússia, Canadá
Venho de um tempo
Letra e música de Hélder Moutinho
Venho de um tempo onde o tempo não havia
Quando o azul do céu não nos queimava
E a noite, antes de ser noite era dia
E a tarde antes de ser, nunca tardava
Venho de um tempo onde toda a solidão
Não se sabia, meu amor, não se sabia
Era mais clara a cor agreste da paixão
E a desventura não havia, não havia
Tenho um poema que não quero revelar
Seara brava, lua cheia, quem me dera
Breve novembro onde encontrei o teu olhar
Para me perder de uma só vez na primavera
Rasguei o medo de viver, rasguei a sorte
Provei o fel das minhas mágoas e fracassos
Pedi à vida para viver até à morte
Pedi à morte para matar os meus cansaços
Não inventei de uma só vez esta distância
Não entendi de uma só vez o entendimento
A nossa vida é muito mais que a nossa infância
A nossa morte é muito mais que o sofrimento
Retirado do melhor blog de fado que conheço https://fadosdofado.blogspot.com/
Maria do Ceo nasceu na cidade do Porto (Portugal). Foi o pai quem a introduziu no mundo do fado, era o que em Portugal chamam de fadista amador , cantava nas casas de fado até altas horas da noite depois do trabalho.
Quando tinha apenas sete anos, a sua família emigrou para Ourense , onde reside desde então. Viver sempre na Galiza e não se relacionar com o mundo do fado lisboeta tornou a sua forma de cantar diferente.
Conseguiu adoptar a doçura do galego e a melancolia do português, fazendo desta mistura uma combinação única.
Ela mesma admite que não conseguiu aprender ou copiar de ninguém.
Os discos de fado que ouvia eram de Amália Rodrigues trazidos de Portugal pelos pais quando viajavam para visitar a família.
Começou a cantar profissionalmente em 1987, mas só em 1997 fundou o grupo galego-português "Alfama" e começou a actuar como solista desse grupo com grande sucesso. [
Em janeiro de 1996, gravou um programa da TVE e participou de um concerto beneficente para a Unicef . [Nesse mesmo ano participou do Lorient Interceltic Festival .
Do Ceo reconheceu que o início foi muito difícil porque os pseudo-gerentes se dedicaram a enriquecer à custa deles, deixando de lado as necessidades artísticas, mas mesmo assim conseguiu progredir aprendendo com a experiência
Natalino Duarte nasceu em Lisboa, no ano de 1935. O seu talento de intérprete revelou-se muito cedo e, com apenas 9 anos, apresentou-se em público pela primeira vez.
Passados alguns anos começou a aparecer em apresentações públicas de fado, mas desta vez integrado em cegadas, peças de teatro com carácter amador que decorriam maioritariamente na rua e onde o fado era uma presença regular.
Dada a sua tendência natural para cantar fado, Natalino Duarte inscreveu-se para participar no concurso “Primavera do Fado”, em 1957. Neste concurso, organizado pelo poeta Francisco Radamanto e cujas eliminatórias decorreram no antigo Café Luso, o fadista conquistou o primeiro lugar das classificações, tornado-se nesta data fadista profissional.
Lagrima solta
O seu percurso de carreira tem início precisamente com a contratação para o elenco permanente do Café Luso, local onde permanecerá por largos anos.
A partir da década de 1980 Natalino Duarte tomou a seu cargo nova direcção artística, desta feita no Páteo Alfacinha, espaço a que se manteve dedicado quase até à data do seu falecimento.
Sem ti
A sua longa carreira desenvolveu-se sobretudo no âmbito das actuações nas casas de fado de Lisboa mas, ainda assim, Natalino Duarte efectuou algumas digressões de norte a sul de Portugal e, também, deslocações ao estrangeiro onde actuou para comunidades emigrantes dos Estados Unidos, Canadá, Holanda e Espanha.
Durante a década de 60, Natalino Duarte gravou discos para as editoras Alvorada e Marfer. De um conjunto de 14 EPs editados, a Movieplay seleccionou 18 dos seus maiores êxitos e reeditou-os em CD.
Degraus da vida
A 30 de Julho de 1999, a APAF (Associação Portuguesa dos Amigos do Fado) organizou um jantar de homenagem a Natalino Duarte, no Páteo Alfacinha. Marcaram presença os fadistas Carlos do Carmo, Argentina Santos, Camané, Anita Guerreiro, Fernando Maurício, Ada de Castro, António Rocha, Lenita Gentil, Jorge Fernando e Maria da Fé, entre outros.
Natalino Duarte faleceu em Fevereiro de 2002 vítima de doença prolongada. Embora não tenha deixado muitos registos discográficos, o fadista integra-se numa geração que fez longa carreira no espaço das casas de fado de Lisboa, um ambiente naturalmente privilegiado para a interpretação do Fado.
João de Oliveira e Costa Braga nasceu em Lisboa, 15 de abril de 1945)
Em junho de 1964 João Braga inaugura o Estribo como casa de fados, em parceria com Francisco Stoffel, mudando-se ambos para o bar Cartola, em novembro do mesmo ano. Em 1965 recebe o seu primeiro cachet (mil escudos) nas Festas de Nossa Senhora do Castelo, em Coruche. Conhece Carlos Ramos, João Ferreira Rosa e Carlos do Carmo. É convidado a cantar, juntamente com Teresa Tarouca e António de Mello Corrêa, na festa dos 50 anos de toureio de mestre João Branco Núncio.
A saudade que me dói
Em 1966 abandona os estudos de Direito, que iniciara na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. É também nesse ano que Alfredo Marceneiro, à mesa da casa de fados Tipóia, lhe dita a glosa de Carlos Conde É Tão Bom Ser Pequenino, que João Braga viria a gravar em dezembro do mesmo ano.
1967 é o ano do lançamento de João Braga como intérprete profissional, com o disco É Tão Bom Cantar o Fado, a que se juntam, no mesmo ano, três EP: Tive um Barco, Sete Esperanças, Sete Dias e Jardim Abandonado; e um LP: A Minha Cor.
No mesmo ano, na televisão, João Braga estreia-se a cantar num programa apresentado por Júlio Isidro, na RTP
Este mundo que eu perdi
Conciliando a música com as atividades de redator d'O Século Ilustrado e d'O Volante, conhece em 1968 Luís Villas-Boas, que viria a tornar-se seu produtor e parceiro na organização do I Festival Internacional de Jazz de Cascais, realizado em 1971. Ainda em 1970, porém, participa no Festival RTP da Canção e funda a revista Musicalíssimo, de que foi editor até 1974.
Encontro e solidão
A 4 de outubro de 1971, em Lisboa, casou com Ana Maria de Melo e Castro (Nobre) Guedes (Lisboa, 23 de Abril de 1945), irmã de Luís Nobre Guedes. Com a Revolução dos Cravos, é emitido um mandato de captura em seu nome, o que leva a família a fixar-se em Madrid, até fevereiro de 1976.
Fado da carta
Quando voltou do exílio, abriu o restaurante O Montinho, em Montechoro, que esteve em atividade apenas durante um verão. Em 1978, regressou à capital portuguesa, integrando o elenco do restaurante de fados Pátio das Cantigas, em Lisboa, até 1982.
Desde finais da década de 1970 João Braga dedica-se exclusivamente à sua carreira musical, como assinala o lançamento sucessivo de novos álbuns: Canção Futura (1977), Miserere (1978), Arraial (1980), Na Paz do Teu Amor (1982), Do João Braga Para a Amália (1984), Portugal/Mensagem, de Pessoa (1985) e O Pão e a Alma (1987).
A água da minha fonte
Após o encerramento do Pátio das Cantigas, centrou a sua atividade nos concertos e na composição. Em 1984, surgiu pela primeira vez como autor de melodias, musicando os poemas de Fernando Pessoa, "O Menino da Sua Mãe" e "Prece", o fado "Ai, Amália", de Luísa Salazar de Sousa, e o poema "Ciganos", de Pedro Homem de Mello, num álbum a que chamou Do João Braga para a Amália Também a partir da década de 1980 foi contribuindo para a renovação do panorama fadista, através de convites a jovens intérpretes para integrarem os seus espetáculos, como surgiu com Maria Ana Bobone, Mafalda Arnauth, Ana Sofia Varela, Mariza, Cristina Branco, Katia Guerreiro, Nuno Guerreiro, Joana Amendoeira, Ana Moura ou Diamantina.
Em 1990, o seu primeiro CD, Terra de Fados, que superou as 30 mil cópias vendidas, incluiu poemas inéditos de Manuel Alegre, que pela primeira vez escreveu expressamente para um cantor. Seguiram-se Cantigas de Mar e Mágoa (1991), Em Nome do Fado (1994), Fado Fado (1997), Dez Anos Depois (2001), Fados Capitais (2002), Cem Anos de Fado - vol. 1 (1999) e vol. 2 (2001) - e Cantar ao Fado (2000), onde reúne poemas de Fernando Pessoa, Alexandre O'Neill, Miguel Torga, David Mourão-Ferreira, Manuel Alegre, entre outros.
Além do fado, interpreta um repertório diversificado, incluindo música francesa, brasileira e anglo-saxónica. O seu emocionado estilo interpretativo é caraterizado por um timbre bem pessoal, pela primazia do texto e por uma abordagem melódica imaginativa, sempre atualizada e de constante improviso (muito «estilada», em jargão fadista).
Desde os tempos da Musicalíssimo que desenvolveu qtividade na imprensa escrita, tendo sido cronista das revistas Eles & Elas e Sucesso, e dos jornais O Independente, Diário de Notícias, Euronotícias e A Capital. Em 2006, publicou o livro Ai Este Meu Coração. Participa em tertúlias desportivas na televisão, onde defende o seu Sporting Clube de Portugal.
Tem dois filhos, Filipe e Miguel Nobre Guedes Braga.
Volta de Fados
e mais tarde , é assim
Francisco Salvação Barreto
Matilde Cid Marçal
João Sousa Franco
Maria do Carmo Moniz Pereira
Francisco Franco de Sousa
Leonor Granate
nao encontro nada
Gonçalo Castelo Branco
Isabel Costa de Sousa
Manuel Marçal
António Domingos Abreu Rocha nasceu em Belém, Lisboa, a 20 de Junho de 1938. Frequentou apenas a escola até completar a instrução primária, pela necessidade de se empregar e assim ajudar nos rendimentos familiares.
Com apenas 13 anos, em 1951, ganhou um concurso de Fado organizado pelo jornal Ecos de Portugal, mas como estava na idade da mudança de voz, só volta a cantar passados alguns anos num restaurante da Cova da Piedade, o Riba-Mar. Nesse restaurante é ouvido pelo Conde de Sobral que, entusiasmado com as suas interpretações, o apresenta a Deolinda Rodrigues. A fadista apadrinha a carreira de António Rocha, desafia-o a cantar em Lisboa, no Retiro Andaluz, e a recepção que obtém não podia ser melhor. Faz a sua estreia profissional em 1956, como contratado deste espaço.
Apesar de nessa altura estar ainda empregado numa loja de ferragens, com os êxitos que se vão somando, cedo acaba por optar pela carreira artística.
No mesmo ano em que se estreia profissionalmente faz programas de televisão, entra para a Emissora Nacional e é convidado a gravar o seu primeiro EP, com 4 faixas, para a editora Fonomate.
Em 1959, num concurso levado a cabo pelo Café Luso, é eleito “Rei” do Fado menor, uma das formas clássicas do Fado tradicional, que continua a interpretar como ninguém.
António Rocha assume já nesta altura um papel de relevo no panorama da música nacional, com uma popularidade plenamente demonstrada com a atribuição do título de “Rei do Fado”, em 1967, numa votação realizada pelo público para a revista “Plateia”.
Sucedem-se os contratos para se apresentar nas mais conceituadas casas de Fado de Lisboa, os espectáculos por todo o país, actuando em restaurantes típicos e casinos, bem como as deslocações ao estrangeiro, nomeadamente aos Estados Unidos.
As apresentações em espectáculos para rádio e televisão são também uma constante e António Rocha tem durante algum tempo o seu próprio programa radiofónico, onde apresenta uma rubrica esclarecedora das questões dos ouvintes sobre Fado.
Nas últimas décadas o fadista continua a brilhar nos elencos das Casas de Fado de Lisboa, estando já há vários anos no Faia. Mas as suas apresentações não se limitam ao território nacional, sendo diversas vezes convidado a integrar festivais de música do mundo ou a realizar espectáculos em países como os Estados Unidos, Itália, Espanha, França, Holanda e Bélgica.
Fadista consciente da importância de ter um repertório próprio, cedo constituíu o seu repertório individual, sendo autor da maior parte dos poemas que canta e ainda de algumas das músicas.
António Rocha actuou em quase todas as Casas de Fado de Lisboa, das quais destacamos, pelo número de anos de permanência no elenco, o Solar da Hermínia, o Timpanas e o Faia, onde faz parte do actual elenco.
Em 1996, com Beatriz da Conceição, foi convidado a integrar o projecto de Paul van Nevel e o Huelgas Ensemble, “Tears of Lisbon”, que consistia numa recolha, realizada pelo maestro, de fados e música portuguesa do século XVI. Para além dos inúmeros espectáculos realizados foi, também, gravado um CD ao vivo, no Refectory of the Bijloke Abbey, em Ghent na Bélgica. Neste disco António Rocha interpreta temas com poemas da sua autoria, como “Luz de teu caminho”, com música de Paulo Valentim, ou “Pede à noite”, com música de Manuel Mendes.
Os espectáculos de António Rocha estenderam-se a inúmeros Restaurantes Típicos e Casinos do país, bem como a vários locais no estrangeiro.
Luís de Matos, estreia-se aos 12 anos de idade em Associações de Cultura e Recreio e em diversas casas de fado em Lisboa. Em 1989 venceu, na categoria de juvenis, a Grande Noite de Fado no Coliseu dos Recreios em Lisboa e em Dezembro de 2005 participou na Grande Noite de Fado no Teatro São Luiz em Lisboa vencendo na categoria de seniores.
Tem efectuado digressões em Portugal Continental e Ilhas, assim como em diversos países como: Espanha, Inglaterra, Holanda e Canadá. Actua em casas de fado, de entre elas " O Tomás", "Os Ferreiras", "O Luso", "A Típoia", "Adega Mesquita", "Adega Machado", "Marquês da Sé", "Senhor Vinho", " Casa de Linhares", "Mesa de Frades", "O Faia", "Parreirinha de Alfama
Fez parte do espectáculo de Filipe la Féria, Fado-História dum povo.
Um dos fadistas que mais gosto na actualidade
RESTA ME A ESPERANÇA
Recorda-te de Mim
Louco de Saudade"
Praça da esperança
O meu Amor é assim
FOGE DE MIM
Letra/Música: João Fezas Vital/Marcha do Marceneiro.
Se me dão a solidão
Com sete pedras na mão
Só porque eu falo verdade
A minha casa vazia
A minha cama tão fria
Serão a minha cidade
E por cada madrugada
Que me encontre só, na estrada
Que vai de mim até mim
Farei arder uma flor
A que chamarei amor
Mesmo que seja o meu fim
Depois, podem vir lavar
As vossas mãos no olhar
Que trago triste e vazio
Ai minha mãe, que cansaço
Fora o mundo o teu regaço
E eu morreria sem frio
Fernanda Maria nasceu na freguesia do Socorro, Hospital de S. José em 06 de Fevereiro de 1937. O seu pai era tipógrafo e cantava muito bem o Fado, e segundo Fernanda Maria deverá ter sido com ele que apanhou o compasso e o gosto pelo Fado.
Desde muito nova, 12/13 anos, empregou-se a servir à mesa, na "Adega Patrício", de que era proprietária a fadista Lina Maria Alves. Mais tarde passou para o restaurante de Argentina Santos, a "Parreirinha de Alfama", e foi ali, naquele espaço tão especial, que surgiu uma das maiores intérpretes do género, símbolo do mais puro estilo fadista.
Fernanda Maria começa a sentir o apelo de cantar e incentivada pelos frequentadores das casas onde servia à mesa, descobre a sua vocação. Impulsionada por Alfredo Lopes inicia os testes para a Emissora Nacional e feitas as devidas provas estreia-se no Serão para Trabalhadores, emitido a partir da Voz do Operário.
Em 1957 tira a carteira profissional e para além dos programas na Emissora Nacional passa a participar em variados espectáculos como o "Passatempo APA" no Cinema Éden, "Do Céu Caiu uma Estrela" no Òdeon, e o "Comboio das 6h30" no Capitólio. Uns dos momentos que Fernanda Maria recorda com mais saudade são os espectáculos de variedades realizados no Pavilhão dos Desportos e no Coliseu dos Recreios.
Por motivos de vida familiar recusou muitos convites ao estrangeiro, mantendo as suas actuações assíduas nas casas de Fado "A Severa", "Toca", "Nau Catrineta" e "Viela" até se fixar no seu próprio espaço, a casa típica "Lisboa à Noite", que abriu em 1964, e deixou após o falecimento do seu marido, Romão Martins. Passaram por este espaço grandes nomes do género, Manuel de Almeida, Manuel Fernandes, Tristão da Silva, Alice Maria, Maria da Fé, Cidália Moreira, entre outros.
A primeira gravação de disco deu-se quando actuava na "A Severa" e mais tarde gravou também pelas editoras Valentim de Carvalho e Alvorada.
A convite do empresário José Miguel, Fernanda Maria integra o elenco da revista "Acerta o Passo" (1964) junto de Ivone Silva, contudo foi uma breve passagem, já que a fadista não se fascina por esta arte e pelos grandes palcos.
Foi acompanhada por grandes instrumentistas: Pais da Silva, Acácio Rocha, Jaime Santos, Carvalhinho, Martinho D´Assunção, Raul Nery, Fontes Rocha, Joel Pina.
Fernanda Maria, voz carismática e peculiar, tem como principais referências Argentina Santos e Maria Teresa de Noronha, pelas quais nutre um enorme respeito e admiração. Do seu vasto repertório fazem parte versos de grandes poetas, casos de: Linhares Barbosa, Nelson de Barros, Frederico de Brito, João Dias e Carlos Conde, dos quais resultaram grandes sucessos tais como "Não passes com ela à minha rua", de Carlos Conde, e "Zanguei-me com o meu amor" de Linhares de Barbosa.
Símbolo máximo do Fado castiço, Fernanda Maria é distinguida em 1963 com o Prémio da Imprensa, na categoria Fado e em 2006 com o Prémio Amália Rodrigues Carreira Feminina.
José Matoso quase sempre presente sem lá estar
Parava o táxi a porta cantava uns fadinhos e ia a vida dele
ANA MAURICIO e LUIS DE MATOS
Jaime Dias
Maria Inês cantava na Adega da Mesquita mas no fim da noite acabava por ali a fadista do Poço do Boratém
Pedro Galveias
Boa noite a todos por terem vido vamos começar a noite fadista por ouvir Fernando Jorge teria dito a D.Júlia para abrir a noite
Fernando Jorge
Cristiano de Sousa
Diogo Rocha e Vitor Miranda
Helena de Castro
e a jovem Fabia Rebordão
Pedro Galveias,Jaíme Dias e Vitor Miranda